quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Plano Pastoral da Diocese de Coimbra



O Plano Pastoral da Diocese de Coimbra reflete os modelos Evangelizador e Libertador, com os critérios que lhes são elencados. Carateriza-se pela ação catequética, que mantém as suas estruturas muito vivas. No plano pastoral, são levadas a cabo inúmeras iniciativas na Diocese, tais como a Peregrinação anual a Fátima, que engloba todo o Arciprestado, onde é visível tanto a Diaconia: caridade, serviço, promoção, educação, liberdade e solicitação, como a Koinonia: comunhão, fraternidade, reconciliação, unidade, comunicação e comunidade;
Esta ação é repetida a nível local, pelos grupos de jovens, sempre com o apoio da Pastoral, estando presente o Anúncio (martírio): testemunho, profecia, catequese e pregação;


No final do ano realiza-se a Festa das Famílias, e ao longo do ano são acompanhadas as várias iniciativas e festividades cristãs, a nível nacional (fazendo referência à Liturgia, que torna os cristãos portadores de esperança através do anúncio de Jesus), a partir do batismo, que nos faz membros do Corpo Místico de Cristo.
No passado mês de setembro recebemos a imagem da Virgem Peregrina, em Penacova, de onde seguiu para a Lousã, o que envolveu a forte mobilização de todos no acolhimento de Nossa Senhora de Fátima, em visita pela nossa diocese.
Em suma, tem como Missão coroar a caminhada, tomando consciência da missão que Deus nos confia no momento presente da história e expressá-la da seguinte forma: «Diocese de Coimbra: Comunidade que vive a fé e anuncia o Evangelho, como caminho do encontro pessoal com Cristo, único Salvador, e com a sua Igreja».
Como a visão para os próximos anos: «Alicerçados em Cristo, formamos comunidades de discípulos para o anúncio do Evangelho», segundo as exigências da Nova Evangelização, de um tempo em profunda mudança social, demográfica, cultural, económica e religiosa.
A nossa diocese é muito diferenciada entre litoral e interior, urbano e rural, despovoamento e densidade urbana. O Plano Pastoral está dividido em objetivos, estratégias, atividades e avaliação dos mesmos. As várias ações levadas a cabo estão ao serviço da comunhão (vertical e horizontal) e ao serviço da inculturação.
 Deste modo, a Igreja diocesana procura a conversão nas suas estruturas, para responder com mais exigência à sua missão de “anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos” (LG 5).
A fé que se realiza, que se vive, que se proclama e celebra, corresponde ao desejo de irmandade e à paz universal.






Alberich refere a importância de colocar a ação catequética como enfoque  de um projeto pastoral com espírito evangelizador. Para o autor, tendo em conta as circunstâncias atuais da Igreja é necessário redescobrir e reformular a identidade cristã, como missão e como experiência de fé, numa sociedade em transformação. Para isso, é fundamental a missão dos cristãos, individual e em comunidade.




2 comentários:

  1. Devido à saída de muitas pessoas do país, a que assistimos nos últimos tempos, os quartéis dos bombeiros perderam alguns dos seus elementos, assim como as Escolas perderam alunos e as Igrejas sentem-se um pouco esvaziadas, fenómeno a que não é alheia a nossa Diocese, àqueles que permanecem são acolhidos na fé e na comunidade.

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  2. Parece-me que o Plano Pastoral da Diocese de Coimbra é assumidamente comunitário, com meta evangelizadora. Centra-se muito ainda no diálogo cultural, defendido pelo Vaticano II, mas descorado, no desenvolvimento da vivência comunitária da fé, no fomento da corresponsabilidade pastoral.

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